2010 - hoje
Centro Cultural
Uma sede de bioarquitetura feita com terra crua, materiais reaproveitados, telhado vivo e soluções de saneamento ecológico.
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Ponto de Cultura · Torres, RS
Cultura afro-brasileira, Capoeira Angola e cuidado com a terra em um espaço de encontro, memória e criação coletiva.
Conheça nossa história ↓Fundado em 1999, o Centro Cultural Ecos de Angola realiza aulas, oficinas, eventos, formação e apresentações de Capoeira Angola, musicalidade, artesanato, permacultura, sustentabilidade e reciclagem.
Preservamos tradições e valorizamos os saberes herdados da cultura africana. Em 2024, recebemos a certificação de Ponto de Cultura.
“Toda coisa boa ecoa.”
Saberes transmitidos por mestres, mestras e pela comunidade.
Uma casa construída com respeito à natureza e às pessoas.
Corpo, canto, toque e cultura popular em constante criação.
Registros do nosso espaço, das rodas, das oficinas e das pessoas que fazem o Ecos de Angola acontecer.




Iniciativas que conectam educação, cultura popular, sustentabilidade e transformação social.
2010 - hoje
Uma sede de bioarquitetura feita com terra crua, materiais reaproveitados, telhado vivo e soluções de saneamento ecológico.
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2013 - hoje
Estudos, rodas e oficinas que preservam a musicalidade, a oralidade e os fundamentos da Capoeira Angola.
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2024 - 2025
Circuito cultural com oficinas, visitas a escolas, aldeias e projetos sociais, celebrando a diversidade cultural.
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2025
Projeto de transmissão de histórias, cantigas, instrumentos e movimentos para crianças e adolescentes.
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A Capoeira Angola é uma manifestação cultural afro-brasileira que reúne luta, dança, música, ritual, jogo, ancestralidade e comunidade. Na roda, corpo, canto, instrumentos e saberes se encontram.
O Ecos de Angola mantém estudos e práticas voltados aos fundamentos dessa tradição: ginga, toques, cantigas, ladainhas, instrumentalização e a transmissão oral dos conhecimentos entre mestres, mestras e aprendizes.
“É linguagem e música, é ginga e sabedoria, é liberdade e cidadania.”
Espaço coletivo de respeito, escuta, diálogo e jogo.
Berimbau, pandeiro, atabaque, canto e ritmo conduzem a experiência.
Memória viva de saberes afro-brasileiros, preservados pela oralidade.
Certificações que reconhecem a atuação cultural, comunitária e de preservação de memória do Centro Cultural Ecos de Angola.



Alguns marcos da caminhada registrada no portfólio.
Início da trajetória do Ecos de Angola em Torres, no litoral norte gaúcho.
Construção com pneus, terra crua, telhado vivo, banheiro seco e materiais de demolição.
Encontro entre os fundamentos da Capoeira Angola e a ética da permacultura.
Lançamento do documentário idealizado e produzido pelo Ecos de Angola.
Reconhecimento recebido em 26 de junho de 2024.
Oficinas para crianças e adolescentes do Centro de Cultura e Assistência Social do Curtume.
Atividades regulares que mantêm a roda girando durante o ano.
Encontros no Centro Cultural
→19h30 às 21h · março a novembro
→Capoeira, danças e manifestações populares
→
07 · Ecoando
Além da sede, o Ecos participa de feiras, mostras, capacitações, escolas e eventos em Torres e em muitos outros territórios.
Acompanhe nossas redes →A atuação se expande por meio de parcerias, formação e presença em espaços públicos e comunitários.
Visitas e oficinas em escolas públicas, aldeia indígena e projetos sociais, com capoeira, maculelê e ritmos afro-brasileiros.
Participação em festivais, feiras de artesanato, rodas públicas, encontros de mestres e ações culturais dentro e fora de Torres.
Prêmio Cultural 2023 na categoria Cultura Popular e atuação contínua como agente territorial de cultura.
Mais imagens do acervo do Centro Cultural Ecos de Angola, presentes no portfólio.








A sede é parte do projeto cultural: um espaço vivo para aprender fazendo, cuidar do território e compartilhar soluções possíveis.
Seleção, armazenamento e entrega de materiais recicláveis para cooperativas.
Transformação de resíduos orgânicos em solo para plantio e produção de alimentos.
Práticas que integram construção, agricultura, paisagismo e sustentabilidade.